9 de outubro de 2011

Recital relança livro "Maria Bethânia Guerreira Guerrilha"

Ode poética a Maria Bethânia proibida pelo regime militar ganha nova edição, 43 anos depois, com dois shows-recitais da cantora.


Adaptado de Luiz Felipe Reis [O Globo - 4 de outubro de 201]

Às duas horas da manhã, Maria Bethânia foi surpreendida com 20 homens à porta de casa. Era dezembro de 1968. O AI-5 fora decretado havia poucos dias, e, sem qualquer explicação, a cantora foi levada a um quartel da Zona Norte do Rio. O interrogatório atravessou a madrugada.

Em São Paulo, Caetano Veloso e Gilberto Gil já haviam sido presos. Os militares queriam informações sobre Geraldo Vandré. Mas não só. Insistiam em perguntas sobre um livro que o poeta Reynaldo Jardim havia escrito em homenagem à cantora. O título. Maria Bethânia Guerreira Guerrilha, havia feito soar o alerta vermelho nos órgãos de repressão sobre a cantora que, três anos antes, causou impacto no show Opinião, em que entoava, substituindo Nara Leão, uma inflamada versão de Carcará, de João do Vale e José Candido.

"Foi um período terrível... Fui presa no rio de Janeiro, dentro da minha casa (...) Queriam saber por que eu causei esse livro, por que esses cara escreveu esse livro para mim... É um poema lindo do Reynaldo, uma coisa de amor que ele fez (...) Eles mostraram o depoimento dele e batia com o que dizia: "Eu sou uma mulher de palco, ele assistiu ao meu espetáculo. É um intelectual, um poeta, e queria escrever um poema, que deu num livro que foi publicado e logo proibido", lembrou a cantora numa entrevista a Marília Gabriela, no programa "Cara a Cara", em 1992.


Lançado no dia 28 de novembro de 1968, com mil cópias, a obra circularia por apenas 15 dias. Considerada subversiva e pornográfica, Maria Bethânia Guerreira Guerrilha foi retirada das livrarias e seus exemplares foram queimados - inclusive o que foi entregue à cantora. Agora, oito meses após a morte do autor e 43 anos depois de sua primeira e única impressão, a obra será publicada pela editora Móbile. O lançamento será acompanhado de duas edições especiais do show-recital Bethânia e as palavras, que a cantora realiza nos dias 18 e 19 no teatro SESC Ginástico no Rio de Janeiro.


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8 de outubro de 2011

DVD "O Homem que Engarrafava Nuvens"





"Quando as pessoas pensam em música brasileira, pensam em samba e bossa nova. Entre esses dois ritmos, há uma década esquecida, um período em que um ritmo nordestino foi levado ao sul, tomou o país como um furacão, e logo se espalhou pelo mundo. É o mais excitante e autêntico de todos os sons brasileiros, o Baião. “O Homem Que Engarrafava Nuvens” é sobre o criador desse movimento musical, o compositor, advogado, deputado federal e criador das leis de direito autoral, Humberto Teixeira.


Dirigido por Lírio Ferreira, o premiado diretor de “Árido Movie”, “Cartola” e “Baile Perfumado”, esse documentário-musical, que saiu em DVD pela Biscoito Fino, conta a história de Humberto Teixeira, o “Doutor do Baião”, o compositor por trás de clássicos como Asa Branca, uma das canções mais populares do Brasil. O filme não é só uma celebração de genialidade poética e musical de Teixeira, mas é também uma jornada de descoberta, do sertão, do baião, da cultura e da história do Brasil.

Participação de grandes artistas como: Maria Bethânia, Elba Ramalho, Gilberto Gil, Bebel Gilberto, Fagner, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Lenine, Cordel de Fogo Encantado, Chico Buarque, Sivuca, Carmélia Alvez, Rita Ribeiro... entre outros".


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28 de agosto de 2011

Agenda Setembro 2011


Show Amor Festa Devoção

Natal/RN 9 e 10 de Setembro, Teatro Riachuelo.

Bethânia e as Palavras


Porto Alegre/RS  22 e 23 de Setembro, Teatro CIEE.
Florianópolis/SC  30 de Setembro, Teatro Pedro Ivo.


20 de agosto de 2011

"Fernando Goldgaber, de olhos abertos para o Brasil"



Foto: Fernando Goldgaber

"A Bahia dos anos 60 ressurge na exposição do fotógrafo Fernando Goldgaber, aberta esta semana no Museu Afro Brasil, em São Paulo. Artistas como Maria Bethânia, Gal Costa (então, apenas Gracinha), Caetano Veloso, Emanoel Araújo (curador da mostra), Carybé, Mário Cravo Júnior, etc., se destacam nos instantâneos em preto e branco - uma talentosa fauna que brilharia em todo o País, dali por diante; alguns deles flagrados durante um baile carnavalesco promovido pelo xilogravurista Hansen Bahia.
Além das personalidades, Goldgaber, que residia no Rio de Janeiro mas era fascinado por Salvador, registrou a vida urbana da capital baiana. Na exposição "Fernando Goldgaber, de Olhos Abertos para o Brasil", há fotografias do velho Mercado Modelo, com a azáfama dos mercadores negros, na zona portuária. O acervo é preservado pela família do artista, morto há 24 anos.
O Museu Afro abriu também outras quatro exposições, que podem ser conferidas até 2 de outubro: "Orlando Azevedo - Roraima, Paraíso Perdido", "Tetê de Alencar - Cinderella Flash", "Ruth de Souza: a Sacerdotisa da Dramaturgia" e "Artistas Contemporâneos do Benin"".
"Fernando Goldgaber, de Olhos Abertos para o Brasil"
De 19 de agosto a 02 de outubro de 2011
Museu Afro Brasil - www.museuafrobrasil.org.br
Av. Pedro Alvares Cabral, s/n - Parque do Ibirapuera - Portão 10
Tel: (11)3320-8900   
De terça a domingo das 10h às 17h


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27 de julho de 2011

Exposição "Tão Universal e Tão Baiana"


Em comemoração aos 50 anos de carreira do artista plástico, Luiz Jasmin, de 70 anos, foi lançada nesta sexta-feira (22), na galeria ACBEU, localizada no Corredor da Vitória em Salvador, a exposição “Tão Universal e Tão Baiana”. A exposição é composta por pinturas e desenhos, além de projetos gráficos para capas de discos de grandes artistas da MPB e de alguns portraits que o consagraram no exterior.

Entre as obras expostas, está a polêmica capa do Lp de Maria Bethânia "Recital na Boite Barroco" de 1968 pela ODEON, imagem que chocou na época de seu lançamento e censurada pelo regime militar, mas anos depois a imagem foi liberada e veiculada para o publico. Capas de discos de Gal Costa e Maysa, também aparecem na exposição. Os trabalhos de Jasmin foram desenvolvidos em seu atelier na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, onde atualmente mora. A exposição se encerra no dia 06 de agosto, quando seus trabalhos serão reunidos em um livro comemorativo aos seus 70 anos de vida.





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5 de julho de 2011

Exposição Brasil Feminino



"A Biblioteca Nacional abre nesta terça-feira, dia 5 de julho, a exposição Brasil Feminino, que reconstitui a saga da mulher brasileira dos tempos coloniais até os dias atuais. Por meio de 150 fotografias, jornais, revistas, pinturas e documentos raros selecionados no acervo da BN, a mostra traz as histórias de mulheres que, com seus trabalhos, suas ideias e crenças, vêm mudando a história do Brasil. 

Entre móveis, espelhos, cortinas e instalações, a mostra apresenta um visual fantástico num percurso com cerca de 70 metros ao redor do Auditório Machado de Assis.

De Mãe Menininha do Gantois, Clarice Lispector e Pagu a Zilda Arns, Ruth de Souza, Carlota Joaquina e Maria Leopoldina. De Maria da Penha, Bertha Lutz, Ana Maria Machado e Benedita da Silva a Hilda Hilst, Lygia Bojunga, Lygia Fagundes Telles e Fernanda Montenegro. 

Da Marta, jogadora de futebol, à Seleção Feminina de Vôlei, medalha de ouro em Pequim. De Tônia Carrero, Norma Bengel, Marta Rocha, Maria Bethânia e Rita Lee à presidenta da República, Dilma Rousseff, estão todas lá.

A cerimônia de abertura da exposição, que integra as comemorações dos 200 anos da Biblioteca Nacional, no dia 5 de julho, acontece às 18h, na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Brasil Feminino está no Espaço Cultura Elizeu Visconti, localizado no primeiro andar da Biblioteca Nacional (Rua México, s/nº - Centro – Rio de Janeiro). 

A entrada é franca e os horários de visitação são de segunda a sexta, das 10 às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12 às 17h. Também estão previstos debates e painéis no Auditório Machado de Assis durante os dois meses de exposição. A exposição fica à disposição do público até o dia 26 de agosto."

3 de julho de 2011

Prêmio da Música Brasileira canta Noel Rosa.

Maria Bethânia é finalista da 22ª Edição do Prêmio da Música Brasileira na categoria "Melhor Cantora - artista/álbum" com o Amor Festa Devoção.


Lançada em 1987, a premiação incentiva a descoberta de talentos e premia artistas consagrados e novos. Faz isso celebrando a música nacional: a cada ano, homenageia um artista brasileiro. Em 2011, Noel Rosa é o escolhido.
Vinícius de Moraes, Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Kéti e Dominguinhos, Clara Nunes, D. Ivone Lara já foram relembrados no Prêmio. Um time plural como a música brasileira.

Um conselho - formado por Gilberto Gil, João Bosco, Yamandú Costa, Wanderlea, Zuza Homem de Mello, Antonio Carlos Miguel e pelo idealizador do Prêmio, José Maurício Machline - determina o regulamento, o homenageado e os 26 jurados que formarão o júri a cada edição. São críticos, jornalistas e músicos que definem os selecionados e os três finalistas: ao todo, são 111 indicados. O resultado é revelado na festa de entrega, numa noite sempre emocionante.

Os vencedores serão conhecidos somente no dia 06 de julho no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.


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30 de junho de 2011

Maria Bethânia Guerreira Guerrilha

Será relançado em outubro o livro do poeta e jornalista Reynaldo Jardim "Maria Bethânia Guerreira Guerrilha".
Em 1968, Maria Bethânia já começava a se livrar do estigma de cantora de música de protesto - rótulo lhe posto à revelia em 1965 por conta de sua explosiva interpretação de Carcará (João do Vale e José Cândido) no show "Opinião" - quando foi lançado o livro inspirado na cantora e considerado subversivo pelo regime militar da época.
De autoria do jornalista e poeta Reynaldo Jardim, o livro Maria Bethânia Guerreira Guerrilha expôs poemas incendiários inspirados na célebre performance teatral de Bethânia no "Opinião". Os direitos da obra, publicada em única edição em 1968, foram comprados pelo produtor Marcio Debellian e o poeta Ramom Mello. 
Nunca reeditado, o livro vai ser relançado em edição em fac-smile que respeitará o formato original do livro.


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27 de junho de 2011

De repente desce um canto: Maria Bethânia interpreta Guimarães Rosa





"A UFPA - Pós-Graduação em Letras promove Seminário sobre Guimarães Rosa. Literatura, Língua Portuguesa, Geografia, Ciências Sociais, Filosofia, Psicologia... Essas são apenas algumas das inúmeras áreas do conhecimento que norteiam a vasta e rica obra de um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. “Guimarães Rosa em perspectiva interdisciplinar” é o tema do IV Seminário Rosiano, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Pará. A programação deste ano ocorre entre os dias 29 e 30 de junho e ainda está recebendo inscrições, apenas como ouvinte.

Entre as atividades previstas para o IV Seminário Rosiano estão conferências, sessões de comunicação, minicursos e lançamento de dois livros: A contradança poética: poesia e linguagem em Cara-de-Bronze, de Carlos Dias, e Intérpretes do mundo-sertão: literatura e sociedade na recepção crítica de Grande Sertão: Veredas, de Everton Teixeira.



Programação – A conferência de abertura terá como tema “Guimarães Rosa, entre o arquivo e a obra” e será ministrada pela professora convidada Maria Célia Leonel, da Universidade Estadual Paulista – Unesp. Em seguida, o professor Sílvio Holanda fala sobre “Literatura e música: Richard Wagner e a crônica de Guimarães Rosa”. A programação ocorrerá no auditório do Centro de Capacitação da UFPA (Capacit). Nos dois dias, haverá sessões de comunicação, além dos minicursos “Guimarães Rosa e o Romance de 30” e “De repente desce um canto: Maria Bethânia interpreta Guimarães Rosa”.

Histórico – Os seminários em torno da obra de Guimarães Rosa são realizados desde 2008, como parte da agenda de atividades do Projeto Estudos Estético-Recepcionais acerca da Literatura de Língua Portuguesa: Guimarães Rosa (EELLIP), coordenado pelo professor Sílvio Holanda, e com vínculo ao Mestrado em Letras da UFPA. Desde então, os encontros, que ocorrem sempre em junho, proporcionaram: a divulgação da pesquisa científica local; o contato com pesquisadores de excelência acadêmica reconhecida. 





Minicurso: De repente desce um canto: Maria Bethânia interpreta Guimarães Rosa
Ministrante: Prof. MSc. Everton Teixeira (UFPA/Bragança)
Horário: 14h:00 às 18h:00



"A parte mais significativa deste minicurso perpassa algumas das lições deixadas pelo medievalista alemão H. R. Jauβ (1921-1997), como a de que “a vida histórica da obra literária não pode ser concebida sem a participação ativa de seu destinatário” (1970, p. 169). Desta forma — levando em consideração a figura do leitor (enquanto conceito) e a sua contribuição para o reavivamento do objeto estético — a proposta deste trabalho tem como objetivo não só se focar num mero eco de leituras não-literárias, mas realizar um diálogo crítico entre as linguagens artísticas da música popular e da literatura brasileiras, examinando como esta última, em seus desdobramentos pode contribuir na composição poética da primeira, tal como nos revela a leitura da obra de João Guimarães Rosa (1908-1967) realizada por Maria Bethânia em seus álbuns Brasileirinho (2003) e Pirata (2006). 
[...] 

A maneira de aprendizes, alguns de seus leitores seguiram esta prática, dentre estes, a intérprete da MPB Maria Bethânia que ao fundar o selo musical independente Quitanda, lança mão de alguns conceitos, máximas e frases formuladas pela genialidade rosiana nas obras Corpo de baile (“Uma estória de amor”), Grande sertão: veredas e Tutaméia (“Barra da Vaca”, 1967). À guisa de vinhetas de abertura, estes excertos de Guimarães Rosa operam as funções de organizadores e sintetizadores dos enredos que compõem os vários “atos dramáticos” encerrados nas canções entoadas pela artista baiana que, por intermédio das criações do autor de Magma, elabora a sua tradução cultural do Brasil caboclo e sertanejo, esquecido e dizimado pelas necessidades urbanas e pelo desprezo capitalista contemporâneo."


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18 de junho de 2011

Aplausos a Maria Bethânia!


Postei-me na beira do palco:
terminada a última cena
e a derradeira fala,
o gesto final concluído.
Dobro-me em dois para agradecer,
pois me aplaudem:
Pareço uma criança pronta para entrar
numa casa nova.

Se eu erguer o rosto e abrir os olhos,
se pedir papel e caneta
ou meu computador,
poderei reescrever tudo ou parte
do que fiz.
E todos os palcos em todos os teatros
do mundo
terão nessa hora um espetáculo novo.
Pois cada sopro de voz aqui
e cada gesto que se desenha
reverberam por todos os quartos
que se expandem
e corredores que se desenrolam,
na renovação do sonho
e completude do círculo
— para o sempre
do sempre
amém.

Lya Luft
Parabéns!
Dos fãs e admiradores do Grito de Alerta.

13 de junho de 2011

Relançamento da discografia de Maria Bethânia.


Já encontra-se em pré-venda os Boxes contendo CDs com a discografia de Maria Bethânia, divididos em 2 caixas, Maria e Bethânia, que englobam o período de 1967 até 1995 + 1 coletânea em cada caixa (Anos 70 e Anos 80 e 90).
Os CDs foram remasterizados e contém textos de Rodrigo Faour para o projeto com material gráfico adaptado dos LPs originais, incluindo todas as letras.

Box 1:
1- Edu & Bethânia (1967)
2- A tua presença... (1971)
3- Rosa dos ventos - O show encantado (1971)
4- Quando o carnaval chegar - trilha sonora do filme (1972)
5- Drama - Anjo exterminado (1972)
6- Drama 3º ato - Luz da noite (1973)
7- A cena muda (1974)
8- Chico Buarque & Maria Bethânia ao vivo (1975)
9- Pássaro proibido (1976)
10- Doces Bárbaros (1976) (cd duplo)
11- Pássaro da manhã (1977)
12- Maria Bethânia e Caetano Veloso ao vivo (1978)
13- Coletânea 2011 - Vol.1 - Anos 70

Track List Maria Bethânia Anos 70
01- De manhã (Caetano Veloso) - com apresentação de Vinícius de Moraes
02- Apelo (Baden Powell/Vinícius de Moraes) / Soneto de separação (Vinícius) - com Toquinho e Vinícius de Moraes
03- O que tinha de ser (Tom Jobim/Vinícius de Moraes)
04- Viramundo (Gilberto Gil/José Carlos Capinan)
05- Asa Branca (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira) / Último pau-de-arara (Cariri) (Venâncio/Corumba/J. Guimarães) / Pau-de-arara (Bodocó) (Guio de Moraes/Luiz Gonzaga)
06- Não tem solução (Dorival Caymmi/Carlos Guinle)
07- Preciso aprender a só ser (ao vivo) (Gilberto Gil)
08- Oração de Mãe Menininha (ao vivo) (Dorival Caymmi)
09- Coração ateu (Sueli Costa)
10- Esotérico (Gilberto Gil) - com Gal Costa
11- O seu amor (Gilberto Gil) - com Doces Bárbaros
12- São João, Xangô Menino (Caetano Veloso/Gilberto Gil) - com Doces Bárbaros
13- Cavalgada (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) - com Erasmo Carlos


Box 2:
01- Álibi (1978)
02- Mel (1979)
03- Talismã (1980)
04- Alteza (1981)
05- Nossos momentos (1982)
06- Ciclo (1983)
07- A beira e o mar (19840
08- Memória da pele (1989)
09- 25 anos (1990)
10- Olho d'água (1992)
11- As canções que você fez pra mim (1993)
12- Maria Bethânia ao vivo (1995)
+ Coletânea 2011 - Vol.1 Anos 80 e 90

Track List Maria Bethânia Anos 80 e 90
01- Brincar de viver (Guilherme Arantes/Jon Lucien)
02- Salva vida (Caetano Veloso) - com Caetano Veloso
03- Sereia Guiomar (Ivone Lara/Délcio Carvalho) - com Ivone Lara
04- Hino de N. Sra. da Purificação (Carlos Sepúlvida) - com Caetano Veloso
05- Hino de N. Sra. da Purificação (Caetano Veloso) - com Caetano Veloso
06- Roda ciranda (Martinho da Vila) - com Alcione
07- Caminhemos (Herivelto Martins) - com Nelson Gonçalves
08- Tarde em Itapoã (Toquinho/Vinícius) - com Joyce
09- Morena do mar (Dorival Caymmi)
10- Libertar (Roberto Mendes/J. Velloso) - com Margareth Menezes
11- Frevo n.2 do Recife (Antonio Vieira)
12- Segue o teu destino (Sueli Costa/Ricardo Reis)
13- O Navio negreiro (Castro Alves) - com Caetano Veloso
14- Pássara (Francis Hime/Chico Buarque)
15- Preciso aprender a ser só (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle)
16- Linda flor (Yaya) (Henrique vogeler/Marques Porto/Luiz Peixoto) - com Alcione



Com certeza, vale a pena adquirir o seu.


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12 de junho de 2011

Mérito Grau Ouro à Lingua Portuguesa.


"Muitos de nós chegamos a Pessoa pela voz de Maria Bethânia..."

Fotos: Fátima Porto
Em cerimônia que aconteceu no último dia 07, a cantora Maria Bethânia recebeu do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, a Medalha de Mérito Grau Ouro.

Por sua divulgação à lingua portuguesa, a homenagem aconteceu no Salão Nobre dos Paços do Concelho com discurssos de Inês Pedrosa, Presidente António Costa e Maria Bethânia, em uma agradecimento público pela sua importância em nosso país. Cheio de improvisos quer do Presidente quer de Bethânia em um salão lotado, a expressão da cantora era de gratidão e felicidade.

Veja um pouco da cerimônia:



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5 de junho de 2011

Maria Bethânia recebe Medalha de Mérito Grau Ouro da cidade de Lisboa.

Maria Bethânia, da voz profunda, expoente da Música Popular Brasileira, intérprete de canções inesquecíveis como "Negue", "Explode Coração" ou "Olhos nos Olhos", irmã de Caetano, a "Abelha Rainha", vai ser distinguida com a Medalha Municipal de Mérito Grau Ouro, concedida pela Câmara Municipal da cidade de Lisboa.

Por ocasião do concerto que a artista vai dar na capital portuguesa, no Coliseu dos Recreios, o Município de Lisboa decidiu atribuir por unanimidade a Medalha de Mérito Grau Ouro - e que será entregue a Maria Bethânia numa cerimonia marcada para dia 7 de junho, às 20h30 no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Maria Bethânia tem, ao longo dos anos, contribuído para a divulgação dos grandes autores da literatura portuguesa, sobretudo de Fernando Pessoa."

Fonte: Câmara Municipal de Lisboa.


Concerto no Coliseu
Maria Bethânia estará na próxima quarta-feira no Coliseu de Lisboa, num espetáculo intitulado "Especial Portugal" e em que interpretará entre outros, "Meu Amor é Marinheiro" (Manuel Alegre/Alain Oulman), "Estranha Forma de Vida" (Amália Rodrigues/Fado Bailado de Alfredo Marceneiro), do repertório de Amália Rodrigues e "Cheira a Lisboa" (César Oliveira/Carlos Dias) do repertório de Anita Guerreiro.
Bethânia irá ainda cantar, pela primeira vez em palco, "Trocando em Miúdos" (Chico Buarque/Francis Hime), "Fora de Hora" (Chico Buarque/Dorival Caymmi) e "Eu Velejava em Você" (Eduardo Dusek).


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Maria Bethânia em Palcos da RTP2 - Portugal

 Maria Bethânia tem uma imensidade de fãs em Portugal como todos sabem, inclusive um Fã-Clube chamado MEL. Pois, mais uma vez, nossos amigos de Portugal poderão assistir ao espetáculo "Amor Festa Devoção" através do canal RTP2 no dia 03 de junho, sexta-feira, a 1h30 e no dia 08 de junho, Bethânia volta ao Coliseu dos Recreios (Lisboa), num concerto especial e único: Bethânia fez questão de criar, com todo o carinho que sente por Portugal, um show inédito e particularmente intimista a que chamou "Especial Portugal". A par dos temas de sempre, indispensáveis em todos os concertos, haverá surpresas que prometem percorrer-nos os labirintos do coração e nele deixar uma explosão de emoções.

"Especial Portugal" será um espetáculo imperdível.


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4 de junho de 2011

Projeto Ocupação homenageia o cenógrafo Flávio Império

O cenógrafo e artista plástico Flávio Império é o homenageado da segunda edição neste ano do Projeto Ocupação do Itaú Cultural. A obra do artista será tema de debates, filmes e exposição de 2 de junho à 7 de julho.
Na mostra de filmes, serão exibidos Doces Bárbaros, de Jom Tob Azuley, Bixiga, a Bela Vista do Palco Brasileiro, de Inês Cardoso, Flávio Império em Tempo, de Cao Hamburger e Raimo Benedetti, O Profeta da Fome, de Maurice Capovilla e o registro do espetáculo Absurdos.
Para os seminários, o Itaú Cultural convidou o diretor teatral José Celso Martinez, o arquiteto Sérgio Ferro, a cenógrafa Cecília Cerrotti e o artista visual Paulo Von Poser.

O projeto Ocupação promove também um ateliê de serigrafia aberto ao público, onde é possível criar impressões em tecido inspiradas no trabalho de Flávio, ao som de músicas de Maria Bethânia. A produção criada no ateliê seré publicada no hotsite do evento, que será aberto em 1º de junho.

Flávio Império começou sua carreira no teatro ao criar a cenografia de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, em 1960. Foi um dos fundadores do Teatro Arena, com Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, um dos mais importantes grupos teatrais dos anos 1950 e 60. Também trabalhou no Oficina, com Zé Celso Martinez Correa. Criou a cenografia de peças importantes como Um Bonde Chamado Desejo, de Tennesse Williiams, Roda Viva, de Chico Buarque, A Falecida, de Nelson Rodrigues, Labirinto, com Walmor Chagas.

São dele, ainda, os cenários de grandes shows dos anos 70, como Pássaro da Manhã, Rosa dos Ventos e Vinte Anos de Paixão, de Maria Bethânia, e de Doces Bárbaros, com Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Bethânia.

O evento marca o início da digitalização do acervo do artista e da construção de site sobre sua obra.


Serviço:
Ocupação - Flávio Império
De 2 de junho a 17 de julho
Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149
São Paulo - SP

Informações: (11)2168-1777
atendimento@itaucultural.org.br
twitter.com/itaucultural
facebook.com/itaucultural


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